O império draconico foi possível devido a sua organização piramidal, que dificulta grandes revoltas, e favorecia pequenas escaramuças nas camadas mais baixas de poder.
No topo ficava o Imperador, comandando todos os lordes dragões de cima de seu trono na torre enterna.
A baixo ficava os Lordes Dragões, senhores de vastas extensões de terras e regiões, alem de possuir um poder individual quase divino.
O restante dos dragões fica então sobre o julgo de um Lorde dragão. Esses dragões vassalos ainda podem dominar alguma cidade ou regiões.
Cada dragão normalmente se utiliza de Arcontes para governar uma região. Recai sobre o Arconte toda a tarefa de governar propriamente dita, e de prestar contas ao senhor dragão, seja na entrega de tributos e na execução de ordens ditatoriais. Arcontes podem ser chefes em suas comunidades, criaturas com poder e inteligência suficientes para subjugar os mortais de uma região. Ao arconte mais poderoso de um dragão é dado o nome de Arconte-mor, possuindo assim o dever de controlar diretamente os outros arcontes.
Cada arconte também é responsavel por uma legião do exercito impérial, que é composta por alguns Draco-Dominis, e algumas crias draconianas, e um contigente de mortais bem treinado.
A maior parte da sociedade dragão é patriarcal, acontecendo que cada dragão possui algumas concubinas, podendo chegar a dezenas, ou centenas, de acordo com poder e raça. Essas concubinas são cada uma como um dragão vassalo, dominando a região de seu covil.
Algumas Dragoas conseguem poder suficiente e se tornam Damas dragonesas.






